Delegado diz que; 'Não há certeza que eles sabiam' sobre investigados por compra de carne de cavalo


A Polícia Civil segue investigando os desdobramentos da Operação Hefesto realizada em Morro da Fumaça no dia 16 de setembro que resultou na apreensão de 520 quilos de carne (equina e bovina). Neste domingo, um mês depois do início da ação, um ofício que consta no processo com quatro nomes de estabelecimentos investigados circula pelas redes sociais, mas o delegado Márcio Campos Neves explicou que foi um pedido de inspeção. 

"O ofício consta no processo. Não há certeza que eles [proprietários dos estabelecimentos] sabiam. Compraram do responsável que misturava carne de cavalo na carne moída. Vazaram o ofício dos autos que estava em segredo de justiça, porém há uma semana deixou de estar em segredo. Isso é apenas um pedido de inspeção nos locais, o segredo de justiça era também por isso, para não prejudicar os estabelecimentos", explicou em entrevista. 

O documento que circula nas redes sociais é verdadeiro, segundo o delegado. "Alguém entrou no processo que é público há uma semana e tirou pra divulgar. Isso já arranha a imagem dos estabelecimentos. O processo é contra os que estão presos e não contra os estabelecimentos", afirmou. Ao todo, 12 pessoas foram presas, sendo nove pela venda da carne, dois por tráfico de drogas e um por desacato. 



(Com informações Engeplus)

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